Terça-feira, 24 de Maio de 2011

acreditava no amor eterno

quis andar olhando para o céu
sem ter medo, nem de tropeçar
cantando bem alto que te amo
do jeito que nunca mais vou amar.

os meus medos desnudei
num sonho lindo e encantado
momentos felizes vivi
até que por ti fui atraiçoado.

mergulhei em águas profundas
perdi-me no teu traiçoeiro mar
sinto algum desespero e medo
por tanto te querer e amar.

tu eras o meu raio de luz
acreditava no amor eterno
mas num dia triste e sombrio
tu me mostrou o... inferno.

escrito por carlos henriques às 09:00

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Domingo, 22 de Maio de 2011

triste fado

lembro-me de te conhecer,
e só queria estar contigo novamente,
para viver o que tive medo de viver.
gostava de te falar de carinho,
gostava de te falar de amor,
do meu, que nunca te confessei
e do teu, que nunca soube se existiu.

afastei-me por receio de te perder.
perder-te? não! nunca te tive
tive medo de perder teu sorriso,
deixo-te um beijo com sabor de saudade,
de madrugadas vividas a teu lado,
passeando pelos parques
amando a liberdade,
amando-nos sem saber.

não me importa se me quiseste,
nos meus sonhos eu te tive,
e não vou desistir de viver
pois só morre feliz quem vive...

triste fado o meu...

escrito por carlos henriques às 09:00

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Sexta-feira, 20 de Maio de 2011

sentei-me com os meus pensamentos

sentei-me com os meus pensamentos
defronte ao espelho da vida
e perguntei:
quem sou eu?
que faço aqui?
para onde vou?
qual o melhor caminho?
e se eu quiser parar?
o que é que tenho de fazer
para o botão desligar
e ser eu próprio
e meu destino traçar?

 

o espelho olhou-me nos olhos,
e disse:
não sei, talvez o que pretendas não se pode realizar
não te entristeças com isso,
continua teu caminho
segue as estrelas do céu
e não corras…vai devagarinho.

escrito por carlos henriques às 09:00

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Quinta-feira, 19 de Maio de 2011

jamais conseguirei esquecer-te

jamais conseguirei esquecer-te
é a certeza onde se fundamenta meu coração.
é a minha certeza moral,
a certeza que não quer ver as leis da razão.


sei que um dia vou morrer
como sei que jamais te terei,
me sentarei num canto do céu
e vou recordar o quanto te amei.

vou partir deste mundo
com esta eterna paixão,
que meu corpo descanse em paz
pois meus olhos nunca mais te viram.

escrito por carlos henriques às 09:00

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Quarta-feira, 18 de Maio de 2011

o que me mata, é nunca mais te ver

caminho até o alto do monte
observo a linda vista...
os vales, os pássaros e as flores
é bom que isto exista.

salto para o precipício
e como um pássaro suavemente,
bato os braços bem depressa,
mas sem asas fico descrente.

no frio da minha queda,
lembro o frio da tua partida.
saudades dos nossos orgasmos
e da comunhão da nossa vida.

a dor é quase insuportável,
cheguei ao chão como um soco,
ossos partidos fora do lugar
num som seco, num som oco.

tento erguer-me e chegar-me a ti,
movimento-me em tremenda em agonia
caminhando passo a passo
empurrado por minha alma e ideologia.

na hora do abraço tu te afastas,
caio e tu me observas a morrer,
mas não é a queda que me mata,
o que me mata, é nunca mais te ver.

escrito por carlos henriques às 09:00

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Terça-feira, 17 de Maio de 2011

não sou poeta

não sou poeta,
mas a escrita me acalma,
escrevo para ti
o que falo com a alma.

são momentos únicos,
de sonhos acordado,
falamos de amor
e marcas do passado.

falar com a alma
é poder compensar,
a falta da tua voz
e eternamente recordar.

escrito por carlos henriques às 09:00

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Segunda-feira, 16 de Maio de 2011

chamas de paixão

hoje vou cerrar os olhos entorpecidos
e vou fechar-me ao mundo,
vou aliviar a agonia e
desfalecer num sono profundo.

sinto punhais a rasgarem-me a alma,
espadas que me atravessam o ventre
com lanças que me atravessam o peito,
ficando neste estado inconsciente.

os meus olhos, tristes, já não vêm o sol,
a minha alma, sozinha, deambula na escuridão
e o meu corpo, retorcido, agonizado,
vai ardendo nas chamas da paixão.

sem destino nem rumo nas fortes ondas dos ventos,
onde se esfumam os meus sentimentos,
dilacerando assim para todo o sempre,
os meus tristes ais, suspiros e lamentos.

escrito por carlos henriques às 09:00

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Sábado, 14 de Maio de 2011

quis deus

já não sei se te amo,
já não sei se te quero,
já não sei se te desejo,
só sei que me desespero
por viver nesta incerteza,
nesta espécie de castigo,
por ter o que não quero
e querer o que não consigo.

se sonho contigo entristeço,
se não sonho desvaneço,
se te tenho em meus braços disfarço,
se me foges dos braços… amordaço.

e sei que te amo
que sempre te amei
e sei que te quero
que sempre te quererei
e sei que te desejo
como sempre te desejei.

quis deus que fosse assim,
ter-te agora longe de mim
para desta forma dar valor
ao que é sofrer por amor.

e sei que te amo
mas não sei se te quero
sei que te desejo
de um desejar bruto e fero.

escrito por carlos henriques às 22:30

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Terça-feira, 10 de Maio de 2011

muitos sonhos

na realidade da vida que não pára,
muitos sonhos que nos fazem viver,
sonhamos até de olhos abertos
na procura da resposta que fazer.

se um leve pensamento teima,
começamos a trilhar caminhos,
essa vontade que nos queima
para nunca estarmos sozinhos.

podemos estar presos e vigiados
mas é nos sonhos que vivemos,
pois o amor ultrapassa barreiras
e ninguém me impede que te ame menos

escrito por carlos henriques às 22:00

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Segunda-feira, 9 de Maio de 2011

outro amor

vou encontrar outro amor
e nunca mais tropeçar,
vou sair deste pesadelo
e outra vez voltar amar.

já vivi um sonho lindo
e num pesadelo se tornou,
não vou cometer os mesmos erros
porque agora vacinado estou.

quando encontrar outro amor
já tenho para onde ir,
vou viver junto das estrelas
e de lá não mais sair.

sei que vou conseguir
estou próximo de encontrar,
viver uma nova vida
e outra vez voltar amar.

escrito por carlos henriques às 09:00

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